No último dia 2 de novembro, foi celebrado o Dia de Finados. Um dos feriados católicos mais tradicionais no Brasil, e também pelo mundo. Neste dia, as pessoas dedicam um tempo para visitar os túmulos de amigos e familiares já falecidos e prestar homenagens de diversas formas. O dia serve também para amenizar a saudade, e pode ser também encarado como um exercício de reflexão e valorização da própria vida.

Mas a visitação vai além dos laços familiares, ou dos laços afetivos feitos através de relacionamentos diversos, como amizade, trabalho, namoro, escola, entre outros. Há também quem faz questão de visitar e prestar sua homenagem a um grande ídolo. Conheça alguns túmulos de personalidades que continuam arrastando fãns, mesmo já não estando mais no mundo dos vivos:

José Rico – Muitos foram visitar o túmulo do cantor sertanejo neste Dia de Finados. Ele foi um personagem forte da música sertaneja no Brasil, e que continua na lembrança de muitos brasileiros. A morte do cantor, de 68 anos, ocorreu em 04/03/2015. Sua cidade de residência era Americana/SP, onde morava há 30 anos. José Rico faleceu de parada cardíaca. Era casado com Berenice Martins Alves dos Santos e tinha dois filhos gêmeos, Samy e Sara. O seu sepultamento ficou marcado pelo incidente com dois fãs, que caíram dentro de túmulos do cemitério da Saudade, durante o enterro. Os fãns subiram nos túmulos ao lado para acompanhar, quando aconteceu a queda.

Cristiano Araújo – Dezenas de fãs visitaram os túmulos do cantor Cristiano Araújo, de 29 anos, e de sua namorada, Allana Moraes, de 19, no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia/GO. O movimento de visitas nos dois túmulos foi grande durante todo o dia. O acidente que vitimou o artista ocorreu no dia 24 de junho, na BR-153, quando ele voltava de um show em Itumbiara, no sul do estado. A namorada dele também faleceu. O motorista, Ronaldo Miranda, e o empresário do artista, Victor Leonardo, sobreviveram.

Ayrton Senna – Um dos maiores ídolos do esporte brasileiro morreu no dia 1º de maio de 1994. O piloto de Fórmula 1 não sobreviveu ao acidente durante uma corrida em Ímola, na Itália. Seu corpo está enterrado no Cemitério do Morumby, em São Paulo, e todo ano recebe centenas de fãs. A morte do piloto marcou toda uma geração para sempre. Se você perguntar para qualquer pessoa que tinha mais de 15 anos na época, o que estava fazendo no momento que soube da morte do piloto, certamente esta pesssoa vai se lembrar.

Hebe Camargo – morreu aos 83 anos, em São Paulo, no dia 29 de setembro de 2012, e está enterrada no Cemitério Gethsemani, no bairro do Morumbi, na Zona Sul da capital. A apresentadora descobriu, em janeiro de 2010, que tinha um câncer no peritônio. Hebe estrelou o primeiro programa feminino da televisão brasileira em 1955, “O mundo é das mulheres”. Hebe deixou sua marca ao entrevistar personalidades em um sofá, com a simpatia e elegância que eram sua marca registrada.

Mamonas Assassinas – Tão rápido e surpreendente como surgiram, partiram. Os integrantes dos Mamonas Assassinas morreram no dia 2 de março de 1996, vítimas de um acidente aéreo na Serra da Cantareira. O acidente abalou o Brasil, que tinha aprendido a amar um grupo de jovens ousados, que conseguia agradar fãns de todas as idades. Mesmo polêmicos, deixaram saudade. Em 2016 uma nova placa foi instalada no túmulo da banda, que está localizado no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, São Paulo. A nova placa possui QRCodes, que permitem que os fãs acessem informações sobre a banda pelo smartphone.

Read More

Panorama da Cremação no Brasil


Posted By on jul 6, 2015

Cremação já é uma realidade cada vez mais aceita até no Brasil. Em dado comparativo, há 20 anos apenas 1% dos mortos brasileiros eram cremados, hoje já são pouco mais de 20% e segundo as estimativas do mercado, este número só tende a crescer.

O processo se resume basicamente em colocar o corpo em forno incinerado á temperaturas altíssimas, fazendo carne, ossos e cabelos evaporarem. Só algumas partículas inorgânicas, como os minerais que compõem o osso, resistem a esse calor para lá de intenso. São esses resíduos que compõem as cinzas.

Apesar da aparência de prática moderna, a cremação é uma tradição de quase 3 mil anos. Para as religiões do Oriente, queimar o cadáver é uma prática consagrada. O fogo tem uma função purificadora, eliminando os defeitos da pessoa e libertando a alma.

No mundo ocidental, por volta do século 10 a.C., os gregos já queimavam em fogo aberto corpos de soldados mortos na guerra e enviavam as cinza para sua terra natal. Apesar desse histórico, a cremação foi considerada ilegal em várias épocas, principalmente por motivos religiosos. Para os judeus, por exemplo, o corpo não pode ser destruído, pois a alma se separaria dele lentamente durante a decomposição. Já os espíritas pedem que o cadáver não seja incinerado antes de 72 horas – segundo eles, esse é o tempo necessário para a alma se desvincular do corpo. Entre os católicos, evangélicos e protestantes, não há restrições tão severas. No Brasil, a cremação é regulada pela Constituição. Quem quiser ter o cadáver reduzido a pó precisa deixar essa vontade devidamente registrada, com documento assinado por testemunhas e reconhecido em cartório.

Via: Mundo Estranho

Read More

Uma estratégia inusitada vem ganhando força e chamando atenção nos velórios americanos: cães são utilizados para tentar amenizar a dor da morte nos entes queridos.

Segundo os idealizadores desta iniciativa os cães são treinados para identificar quem mais precisa do seu apoio. Quem já contou com o apoio de um animal de quatro patas, comprova a teoria. “Aquele cão olhou para mim e conseguiu-o. Parece que ele percebeu exatamente o que eu precisava. Um funeral é um funeral, não é algo bom. Mas aquele cão atribuiu-lhe uma atmosfera familiar e um ambiente mais de celebração”, diz um homem ao New York Daily News, acrescentando que quando entrou no local do funeral do seu pai pensou que o cão fosse apenas o animal de estimação do organizador.

E tem feito muito sucesso! E você, o que acha a respeito? Comente!

 

Agentes funerários recorrem a cães para animar funerais

Via: Noticias a Minuto

Read More

A tecnologia que tem transformado o modo de ver e interagir com o mundo também está cada vez mais presente em nosso seguimento. A novidade da vez que chega ao Brasil graças a uma start up são as Biografias Tecnológicas em túmulos famosos no Cemitério da Consolação.

Através de QR Codes o público pode usar a internet no celular para receber informações sobre as personalidades ali enterradas como o ator Paulo Goulart, o jornalista Cásper Líbero e o estadista José Bonifácio de Andrada e Silva, conhecido como o patriarca da República brasileira. O objetivo é reforçar a experiência de visitação ao cemitério mais famoso da cidade.


Veja também nossa postagem especial sobre o Cemitério da Consolação aqui. 

 

 

Read More

Que os animais são os melhores amigos do homem, ninguém mais duvida. A novidade é que agora um cemitério alemão permite que esta ligação seja eternizada de uma forma diferente: donos e pets podem ser enterrados juntos!

A iniciativa inédita no país, destina espaços e crematórios específicos para humanos e bichos, além de espaços onde as cinzas possam ser enterradas juntas.

Será que a moda chega no Brasil? E você o que acha? Comente!

 

Read More

O cemitério mais visitado do mundo


Posted By on maio 29, 2015

O Père Lachaise em Paris passa longe de ser um simples cemitério. Ele passou a ser atração turística de tantos curiosos que atraí, são mais de 2 milhões de pessoas por ano. Não é para menos lá estão enterrados diversas figuras famosas como:  Oscar Wilde, Edith Piaf, Allan Kardec e o do Jim Morrison, ex-líder do The Doors. Longe de ser considerado um local macabro o Père Lachaise é visto por muitos como um local para se apreciar as memórias e fragilidade da vida. Confira algumas imagens:  

Read More

Tanatofobia: O medo da morte


Posted By on maio 11, 2015

 O medo é um sentimento natural e necessário para que sejamos prudentes frente a perigos que possam prejudicar a nossa vida. O problema se torna algo mais grave e patológico quando se torna excessivo, nestes casos o medo se torna Tanatofobia, o medo da morte.

Os sintomas mais comuns desta fobia são os pensamentos constantes e desagradáveis sobre a morte, é comum para que tem um ataque de pânico ou crises de ansiedade frequentes terem sempre a sensação presente da morte. 

Segundo o especialista, Osho, em “O Livro do Viver e do Morrer: Celebre a Vida e Também a Morte”, o medo surge não por causa da morte, mas por causa da vida não-vivida. E, por causa do medo da morte, a velhice também causa medo, pois esse é o primeiro passo para a morte.
Do contrário, a velhice também é bela. Ela é o amadurecimento do seu ser, é maturidade, crescimento.

 

Read More

Uma história curiosa. Alguns corpos humanos ficaram famosos justamente por desobedecer uma ordem natural: se decompor.

Este feito ainda rendeu a estes corpos a fama de milagrosos e alguns são até reverenciados. Como a ciência explica esses “milagres”? Ainda não há estudos que provem qualquer coisa. E vale lembrar que as técnicas modernas de embalsamamento surgiram no período da Guerra Civil Americana e, portanto, não estavam disponíveis antes da década de 1860.

Santa Zita 

Santa Zita foi uma empregada doméstica espanhola. Morreu em 1272, aos 60 anos. Mais de 300 anos depois, seu corpo foi exumado e adivinhem: nenhum sinal de decomposição. O cadáver secou e ficou praticamente mumificado. Hoje, ela está exposta na Basílica de San Frediano, em Lucca, na Itália.

santa zita (Foto: reproduçaõ)

Dashi-Dorzho Itigilov

Dashi-Dorzho Itigilov era um lama budista russo. Em 1927, ainda vivo, Itigilov pediu para seus companheiros lamas começarem seus ritos funerários. Sentado na posição de lótus, ele morreu durante a meditação.

  (Foto: reprodução )

Santa Catarina Labouré

Santa Catarina Labouré relatou uma visita da Virgem Maria na França, em 1830. Seus contos rapidamente se espalharam por toda Europa e ela passou a ser venerada por católicos de todo mundo.

  (Foto: wikimedia commons)

Via: Galileu

 

Read More